quarta-feira, 17 de agosto de 2011
UM ANO DEPOIS
terça-feira, 17 de agosto de 2010
GALA DE ENCERRAMENTO DO XXVI FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES - COFIT
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
À NOITE, NA PRAÇA VELHA
terça-feira, 10 de agosto de 2010
XXVI FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES

Terça, 10 / Agosto / 2010
Quarta, 11 / Agosto / 2010
Quinta, 12 / Agosto / 2010
Sexta, 13 / Agosto / 2010
Sábado, 14 / Agosto / 2010
Pelo que temos visto, mais um festival a honrar o prestígio do COFIT.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
INSTRUMENTOS MUSICAS DO MUNDO - O HARDENGER
Ao contrário de muitos outros países europeus, a Noruega possui uma tradição continuada de música folclórica, passada de geração para geração não havendo, por isso, qualquer necessidade de um re-despertar para este tipo de música.
A música folclórica norueguesa, tanto vocal como instrumental, é normalmente executada por solistas. A música instrumental é tocada geralmente no violino ou no violino de Hardanger, sendo este último considerado o instrumento nacional da Noruega. Possui uma bela decoração e é construído de forma um pouco diferente da de um violino vulgar. Os peritos discordam quanto ao facto de o violino de Hardanger ter evoluído a partir do violino ou de instrumentos de corda medievais. Entre outros instrumentos tradicionais de música folclórica usados na Noruega contam-se a harpa do judeu (munnharpe), várias flautas, o chifre de carneiro (bukkehorn), o chifre de madeira (lur) e a cítara norueguesa (langeleik). Alguns destes instrumentos têm origens muito antigas. Embora alguma da música folclórica norueguesa seja também muito antiga, uma grande parte do repertório teve origem apenas no século XIX. O repertório instrumental divide-se normalmente pelos mais recentes tipos de música de dança tradicional, influenciada pela Europa central (gammaldans), tais como valsas, reinlenders e polcas, e os tipos mais antigos (bygdedans) como a springar, a gangar e a lyarslått (conhecidas internacionalmente pelos seus nomes noruegueses). O uso de cordas de bordão no violino de Hardanger tradicional, combinado com o recurso a grande número de afinações, confere à música uma rica variedade de harmonias tonais. Esta circunstância serviu de fonte de inspiração para vários compositores noruegueses, incluindo o famoso Edvard Grieg.
Todos os anos se organizam dois concursos nacionais. O Festival Nacional de Música de Dança Folclórica é um concurso de gammeldans, enquanto que o Concurso Nacional de Música Tradicional abarca a mais antiga tradição bygdedans de toque de violino e cantares, dança folclórica e domínio de instrumentos mais antigos de música folclórica. Outros locais relevantes onde o público e os músicos folclóricos se reúnem incluem o Festival de Música Folclórica de Førde, o Festival Internacional de Música Folclórica de Telemark, em Bø, e o Festival Jørn Hilme, em Valdres.
Fonte: Centro de Informação Musical da Noruega / The Norwegian Traditional Music and Dance Association
terça-feira, 18 de agosto de 2009
XXV FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES - REPRESENTAÇÕES
domingo, 16 de agosto de 2009
XXV FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES - ENCERRAMENTO
Excelente!É o único adjectivo que me ocorre para definir o espectáculo de encerramento do “XXV Festival Internacional de Folclore dos Açores”, organizado pelo COFIT que, na noite do último sábado ocorreu na Monumental de Angra do Heroísmo.
Se à partida, e tal como já anteriormente tínhamos afirmado, os oito Grupos estrangeiros e os três nacionais que iriam participar nos davam garantias de qualidade, as expectativas não saíram defraudadas. Diria mesmo que foram ultrapassadas.
Cumprindo o horário, aliás como tem sido apanágio desta organização, o espectáculo começou com uma de duas novidades, catalogadas de “surpresas”: a execução de dois temas populares da ilha Terceira – lira e os olhos pretos – por uma orquestra composta por músicos de todos os Grupos participantes. Os arranjos, a coordenação e direcção de orquestra estiveram a cargo de José João Silva. O resultado foi surpreendente e fez eclodir a primeira grande ovação da noite.
Seguiram-se as exibições de todos os grupos participantes que, sem excepção, receberam do público – cerca de cinco mil espectadores – calorosos e justos aplausos.
Para encerrar com chave de ouro a segunda “surpresa” da noite: uma dança, a que chamaram da “alegria”, com pares de dançarinos de todos os Grupos participantes. Foi um momento empolgante e emocionante que tocou fundo a todos os que tiveram o privilégio de assistir.
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sábado, 15 de agosto de 2009
XXV FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES
Tendo em conta os grupos estrangeiros que nele participam, e que ontem desfilaram pela rua da Sé, novamente ornada com uma moldura humana notável, as expectativas são elevadas para o espectáculo de encerramento que hoje terá lugar na monumental de Angra do Heroísmo. E se o festival fosse apenas o encerramento poderia, desde já e em antecipação, estar de acordo com a organização na classificação que dele fazem. Mas o Festival não é só o seu encerramento (e ainda bem).
De todas as outras iniciativas que enriquecem este Festival quero destacar a Feira de Artesanato e Sabores Tradicionais que em boa hora e desde há alguns anos a esta parte se tem realizado. Uma aposta ganha desde o seu início pela envolvência e pela animação que traz ao coração da cidade durante uma semana. É aqui que os Grupos locais têm a possibilidade de se exibirem e de mostrarem aos de casa, mas sobretudo aos de fora, o resultado do trabalho que efectuam ao longo do ano e, no seu conjunto, darem uma imagem da qualidade, ou falta dela, do "folclore" que por aqui se faz. E é aqui que entro em desacordo com a avaliação previamente anunciada e bastante protelada feita pela organização do Festival.
Se esta Feira é parte integrante do Festival e se existem parâmetros de qualidade objectivos que permitem à organização classificar os grupos que vêem de fora de bom ou de mau, então esses mesmos critérios deviam ser utilizados para os Grupos locais.
É lamentável a qualidade que alguns dos nossos Grupos exibem. A imagem que dão é tão má que envergonham todos aqueles que, nos seus Grupos, trabalham para se apresentarem de forma a dignificar aquilo que se dizem representar.
Este modelo de “tudo ao molhe e fé em Deus” tem de ser revisto, custe o que custar.
O COFIT e o Festival Internacional de Folclore dos Açores não podem sair prejudicados na sua avaliação pela actuação menos digna dos nossos Grupos.
Mas também, e por isso, cabe-lhe a ingrata missão de os seleccionar.
Para bem de todos mas com evidentes benefícios para os grupos e, obviamente, para o Maior Festival de Folclore dos Açores.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
XXIV FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES
A grande festa do folclore está de volta aos Açores. Desta feita com o carimbo oficial do CIOF. O cartaz promete: 8 grupos internacionais representantes da República Checa, Colômbia, França, Hungria, Itália, Polónia, Sérvia e Espanha; 4 nacionais: Grupo Típico de Ançã, Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena, Rancho de Folclore e Etnografia "Os Ceifeiros da Bemposta" e, em representação da Região Autónoma, o Grupo Folclórico e Etnográfico "Ilha Morena" da Ilha do Pico.
A realização de um festival com esta envergadura numa região isolada no meio do Atlântico só é possível com muito trabalho da entidade organizadora - o COFIT que este ano comemora as bodas de prata -, dos seus colaboradores e, não menos importante, com o apoio indispensável de organismos oficiais e privados.
Faço votos para que, mais uma vez, o Festival seja um êxito e volte a ser considerado, por isso, de "O Melhor Festival de Folclore de Portugal".
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
O COFIT E O FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES
Depois de alguns anos mais ou menos conturbados e de indefinições, em que as sucessivas direcções do Comité não puderam ou não souberam dar sequência aos bons auspícios dos primeiros anos, é de toda a justiça realçar e aplaudir o trabalho dos seus actuais responsáveis.
A questão fundamental é perceber como é que um festival de folclore nascido e criado no meio do Atlântico, nos Açores, contra todos os condicionalismos por demais conhecidos, conseguiu (com altos e baixos, é certo) sobreviver e, prestes a completar um quarto de século, demonstrar tamanha pujança. Esta questão é tão mais pertinente quando temos notícia de inúmeros festivais no continente, alguns deles carismáticos, que se vão afogando na sua própria saliva.
Claro que um empreendimento com a dimensão do evento deste ano não acontece do nada: tem atrás de si uma história, uma longa história, ela própria mais antiga do que o próprio festival.
Com efeito de 1 a 29 de Agosto de 1981 decorreram em Angra do Heroísmo, no Jardim Duque da Terceira, as “Primeiras Jornadas de Folclore da Ilha Terceira”, organizadas pelo realizador do programa “Nocturno 81” do Rádio Clube de Angra João Manuel Aranda e Silva. Neste evento participaram os Grupos Folclóricos Terceirenses: Doze Ribeiras, de Balhos e Cantares, Os Bravos, Canção Regional Terceirense e Sapateia Açoriana.
Sobre este acontecimento a imprensa escrita de então refere: “Foram enfim, jornadas que encheram de povo o jardim. Que agradaram a todos e até especialmente no último sábado – aos estrangeiros que por aqui passaram. A julgar pela opinião de todos os grupos é uma iniciativa a dar seguimento. E até porque não o embrião de um futuro festival de folclore?...” (DI de 1 de Set. de 1981).
No ano seguinte “Mais de duas mil e quinhentas pessoas encheram… a Praça de Touros de S. João, onde assistiram ao encerramento das Segundas jornadas Folclóricas Verão 82,… Em jeito de conclusão, merecem nota máxima estas jornadas. Porque se destinam a preservar a cultura popular e a aproximar o povo. …” (DI 24 de Agosto de 1982).
Depois do sucesso alcançado com estas Jornadas, embrião do Festival Internacional de Folclore dos Açores, manifestado sobretudo pela aderência popular, não era difícil adivinhar que este projecto, que crescia de audácia na mesma medida do entusiasmo dos seus colaboradores, tinha pernas para andar.
Porquê?
Porque o seu fundador e primeiro impulsionador, Aranda e Silva sugeria já uma estrutura básica e uma orgânica alicerçada em 5 aspectos fundamentais: 1- tinha objectivos; 2- percebia-se já uma organização directiva funcional; 3- tinha definido uma data de referência – 15 de Agosto – em torno da qual se construía todo o programa; 4- tinha em atenção questões de pormenor, tais como as condições de palco, de som, de cenário, etc; 5- tinha espírito crítico e de análise.
Por outro lado soube cultivar a ideia de que este seria o Festival de Folclore por excelência de todos os Grupos da Ilha, evitando-se assim a proliferação, vulgarização e a banalização dos festivais. Esse entendimento, que perdurou entre nós até há bem pouco tempo, não só conseguiu aquele objectivo como também concentrou nele todos os esforços e disponibilidades que fluíam dos próprios Grupos.
As expectativas criadas o ano passado e reforçadas com as deste ano de 2007, elevaram para bem mais alto a fasquia do Festival do próximo ano.
A eminente inclusão do Festival na lista do CIOF, batalha travada arduamente pela actual estrutura directiva do COFIT, vem dar outra responsabilidade aos seus organizadores. A concretizar-se, esta inclusão acontece por mérito próprio e não a troco de qualquer favor
O que queremos e fazemos votos é que, apesar das mudanças directivas que se irão verificar no COFIT num futuro próximo por via de eleições que estão marcadas para o fim deste ano, o próximo Festival Internacional de Folclore dos Açores mantenha a qualidade conseguida nos últimos três anos e continue a ser, (porque não dizê-lo?), “O Maior Festival de Folclore dos Açores" http://www.youtube.com/watch?v=2WNWgvPLhC8&eurl


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