
A sua utilização foi, durante séculos, indispensável no acompanhamento das óperas tradicionais.
Do “er hu” conseguem-se extrair sons maviosos, doces e brilhantes desde que o executante seja detentor de um alto grau de virtuosismo.
O moderno “er hu” tem duas cordas metálicas que estão muito próximas um da outra.

A caixa de ressonância é tubular, coberta com pele de cobra por um dos lados. O braço é de madeira de alta densidade com cerca de 80 centímetros. O arco é de bambu e crina de cavalo.
O instrumentista toca o “er hu” sentado, apoiando a caixa de ressonância sobre a perna esquerda, enquanto a mão esquerda segura o instrumento e a mão direita controla o arco.
De timbre suave e claro, o “er hu” pode alcançar 3 oitavas.
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